sexta-feira, novembro 10, 2006



Um dia, caro amigo, iremos à Patagónia.
E depois de, em Buenos Aires, vermos o mundo tal como ele devia ser, iremos para Sul.
Serão dias de luz, de imensidão e de vento, até chegaremos quase ao fim do fim.
Podes, se quiseres, levar o Cortázar, o Borges e o Bioy Casares. Eu levarei o mate, as medias lunas, o nome de um vinho e um sotaque esquecido.
E quando se acabar a estrada, haverá um glaciar. Imenso e azul-e-branco. Acho que aí, aí já não vais precisar de mais nada.

3 Comments:

Blogger Manuel Jorge Marmelo said...

Se tu garantes, só tenho que me manter vivo até lá.
Grande abraço

1:40 da tarde  
Anonymous Angela Calheiros said...

Humm... Também queria ver o glaciar, esses dias de luz e as medias lunas... Também posso ir? Posso?
Além disso, parece que ainda tenho por lá um primo distante que faz criação de cordeiros... pode dar jeito, não?
Beijinhos ;)

5:59 da tarde  
Blogger Tixa said...

Este meu amigo é especial nas palavras ...Gosto muito de as ler e de saber dele assim, à distância, genuinamente impresso numa página da Internet. E vivam a Patagónia, o vinho e o sotaque esquecido.

4:42 da tarde  

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