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Um dia, caro amigo, iremos à Patagónia.
E depois de, em Buenos Aires, vermos o mundo tal como ele devia ser, iremos para Sul.
Serão dias de luz, de imensidão e de vento, até chegaremos quase ao fim do fim.
Podes, se quiseres, levar o Cortázar, o Borges e o Bioy Casares. Eu levarei o mate, as medias lunas, o nome de um vinho e um sotaque esquecido.
E quando se acabar a estrada, haverá um glaciar. Imenso e azul-e-branco. Acho que aí, aí já não vais precisar de mais nada.
Um dia, caro amigo, iremos à Patagónia.
E depois de, em Buenos Aires, vermos o mundo tal como ele devia ser, iremos para Sul.
Serão dias de luz, de imensidão e de vento, até chegaremos quase ao fim do fim.
Podes, se quiseres, levar o Cortázar, o Borges e o Bioy Casares. Eu levarei o mate, as medias lunas, o nome de um vinho e um sotaque esquecido.
E quando se acabar a estrada, haverá um glaciar. Imenso e azul-e-branco. Acho que aí, aí já não vais precisar de mais nada.
2 Comments:
Se tu garantes, só tenho que me manter vivo até lá.
Grande abraço
Humm... Também queria ver o glaciar, esses dias de luz e as medias lunas... Também posso ir? Posso?
Além disso, parece que ainda tenho por lá um primo distante que faz criação de cordeiros... pode dar jeito, não?
Beijinhos ;)
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